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Conselho Municipal de Saúde delibera pela descontinuidade da EMS

Publicado em: 16/01/2018 09:53 - Categoria: Administração
Conselho Municipal de Saúde delibera pela descontinuidade da EMS

Conselho Municipal de Saúde delibera pela descontinuidade da EMS

Pacientes continuarão com a qualidade dos atendimentos

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Prefeitura de Dracena

Na tarde de segunda-feira (15), em reunião realizada na Sala do Cidadão, o Conselho Municipal de Saúde deliberou por unanimidade pela descontinuidade da Empresa Municipal de Saúde (EMS) “Dr. Carlos Osvaldo de Carvalho Poli”.

A decisão foi tomada embasada por estudos técnicos da Secretaria Municipal de Saúde e Higiene Pública, que vislumbraram a possibilidade de reorganização dos procedimentos de ultrassonografia, mamografia e litotripsia por empresas conveniadas, gerando economia aos cofres públicos. Assim, nenhum paciente terá interrupção dos serviços, que serão realizados por prestadores a partir de fevereiro.

A descontinuidade da EMS permitirá uma economia de aproximadamente R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) à Prefeitura de Dracena em 2018, já descontados todos os valores relativos a rescisões trabalhistas (CLT), liquidação e demais encargos. Para 2019 estima-se R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) em economia.

Criada em fevereiro de 1997 pela Lei Municipal nº 2.676, a EMS desempenhou importante papel na história de Dracena por mais de 20 anos, no entanto, seu custo operacional se tornou bastante elevado, tendo em vista a falta de atualização da tabela do SUS (Sistema Único de Saúde), as amarras legais existentes e necessidade constante de atualização de equipamentos, quase sempre importados, tornando a empresa altamente deficitária. Atualmente, a administração municipal é responsável por arcar com cerca de 80% do custo operacional da empresa.

“A Empresa Municipal de Saúde desempenhou um trabalho de grande importância ao longo de mais de 20 anos junto à comunidade dracenense e região, em um momento que não existia o AME (Ambulatório Médico de Especialidades)”, disse o prefeito Juliano. “Mas fatores externos exigiram que mudanças fossem feitas. A crise orçamentária que o país atravessa não permite gastos desse tamanho”, completou Bertolini.